quinta-feira, 8 de agosto de 2019


É muito estranho voltar aqui após tanto tempo, mas também é muito estranho estar aqui. Sentada nesta mesa frente a frente contigo, mas tenho uma coisa a dizer. É bom! É muito bom sentir que passado tanto tempo há uma amizade que embora meio apagada por um tempo, continua aqui de pé! E melhor que nunca! Obrigado por aqui estares diante de mim e por mais uma vez confiares em mim! Mais uma vez, e porque não consigo dizer pessoalmente, gosto muito de ti!







segunda-feira, 22 de junho de 2015

Disse-te que ia ler, mas deitei-me e dei por mim a pensar... Deves estar a perguntar-te no que estou eu a pensar ou no que penso eu antes de dormir, mas essa é uma resposta fácil! EM TI E EM NÓS! Acho perfeitamente normal que tal aconteça, é um dos sintomas desta doença a que se chama amor. Sim, é uma doença! Acordar a pensar em ti, passar o dia a pensar no que podemos vir a fazer juntos e chegar ao fim do dia e adormecer a pensar em ti. Uma doença que, por muitos altos e baixos, quero e espero mantê-la. Sei que sou uma chata do pior e estou constantemente a chamar-te à atenção, mas eu sinto-me tão feliz contigo. Amo-te!

domingo, 8 de março de 2015

...

Por vezes criamos certas expectativas e depois temos uma decepção. Nem é simplesmente por culpa de outrém, mas sim por nossa culpa mesmo. Ou porque não fazemos o que queremos realmente ou porque nos iludimos um bocado à espera que seja assim ou assado. Que um dia seja mais especial que outro ou que a rotina se altere. Por vezes essa rotina torna-se aborrecida.
Hoje, e não só, que podia ter sido um dia diferente e especial, não passou de mais um dia, em que a rotina atacou esse dia e o tornou num como todos os outros...
Sinto que crio demasiadas expectativas e chego ao final do dia desiludida comigo mesma, porque se calhar deveria ter dito isto ou aquilo para deixar de ser um dia normal a tantos outros, e não o fiz porque penso que não deva ser eu a tomar certa iniciativa, no entanto acabo frustrada por não o ter feito.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

São diversos os momentos que acontecem ao longo da vida, assim como várias as pessoas que nela entram. Por vezes, existem pessoas que entram na nossa vida e a quem não ligamos nenhuma, pensamos que são apenas mais uma, e embora essas pessoas nos façam felizes e nos proporcionem momentos inesquecíveis, nós no momento damos-lhes importância, mas é no momento em que nos deixam ou no momento que as perdemos que percebemos o quão são/eram importantes na nossa vida e o quão bem nos faziam, o quanto nos faziam sorrir ou até mesmo, chorar de alegria. Tenho sorte por não ter perdido nenhum familiar chegado, até porque há familiares a quem não mostro o que sinto, talvez por não ser tão apegada a eles, ou por não ter, desde criança, ganho o hábito de brincar e partilhar certos acontecimentos.. A culpa não é apenas minha, embora parte dela seja, porque poderia fazer algo para mudar a situação, no entanto não sinto vontade nenhuma de o fazer, uma vez que não acontece isso da outra parte, pelo menos não é visível. Embora isso aconteça, essas pessoas são as que nos proporcionam grandes parte dos momentos que vivemos ao longo da nossa curta estadia no mundo dos vivos e se as perdesse não saberia o que fazer.
Pelo contrário, há pessoas que entram na nossa vida e que de certa forma nos marcam de tal maneira, que nunca as iremos esquecer, e muito menos fazer algo para que elas nos deixem. No entanto são essas mesmas pessoas que mais nos desiludem e que acabam por nos magoar de tal forma que o medo e a desconfiança começam a invadir a nossa cabeça e há receio perante uma nova pessoa que apareça na nossa vida, que pode ter as melhores intenções para nos erguer da miséria em que nos deixaram. Mesmo assim, é sempre difícil voltar a confiar em alguém da mesma maneira e por vezes fazemos o mais incorrecto que pode haver, para com essa pessoa. Não tendo culpa do que nos aconteceu anteriormente, leva com a pior parte de nós em cima e quando estamos entregados completamente a essa pessoa maravilhosa, volta o medo a assombrar-nos... o medo de a perdermos.



quarta-feira, 10 de julho de 2013

love you.

confesso que só aqui escrevo quando estou triste, porque é a maneira mais fácil que vejo para desabafar, apenas me consigo expressar através da escrita. mas desta vez é diferente, o que me leva a escrever é a felicidade! a felicidade que em mim habita e é graças a ele que me sinto assim feliz, ele faz-me feliz, faz-me sentir super bem. junto a ele eu sinto-me protegida e confesso não saber ao certo como começou este amor que vai crescendo cada dia mais. a única coisa que sei ao certo é que quando estou contigo parece que todo o mundo pára à nossa volta e que estamos só nós dois ali, mas não é assim na realidade porque chega sempre aquele momento que temos de ir embora e que é tão triste, mas ao mesmo tempo bom, porque sei que te vou voltar a ver e quando chega esse momento é maravilhoso, é como uma quando uma criança recebe um chocolate da avó, os meus olhos brilham quando te vêem e uma vontade descontrolável leva-me a querer rapidamente abraçar-te. para mim basta seres tu mesmo, mostrares todas as tuas qualidades, mas também os teus defeitos. por vezes tiras-me do sério mas logo a seguir fazes algo carinhoso que me faz derreter e acabar por resistir ; por vezes falas de outras raparigas só para me deixar cheia de ciúmes e embora eu não o admita tu já me conheces e sabe que fico completamente cheia deles, mas logo a seguir dizes que eu sou única e só eu é que lhe interesso e mais uma vez eu derreto por completo. tens o teu jeito e lá à tua maneira sabes dar-me a volta e amo isso. bem acho que estou demasiado pirosa, mas só quero dizer que te amo, mesmo quando fazes certas coisas que eu não gosto tanto, mas amo ainda mais quando me fazes sentir especial e única!


AMO-TE MIGUEL 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

medos.

medos? uiii, infelizmente eu tenho e muitos. principalmente medo de me entregar a alguém e de vir a sofrer, mais uma vez. é verdade que desta vez até que podia ser uma coisa séria, e ser a pessoa mais feliz, podia ser o rapaz ideal para me fazer a pessoa mais feliz, mas tenho medo de arriscar, medo que corra mal, medo medo e mais medo, porque também pensava o mesmo de certos namoros que tive e que agora onde andam eles, longe bem longe de mim.
sou uma pessoa que tem mesmo muito medo de arriscar, mas normalmente fazia isso e depois acontecia o pior, sofria! parecendo que não e achando que as pessoas não podem mudar assim do nada, eu mudei, e quem me conhecem realmente sabe que mudei mesmo.
eu era aquele tipo de rapariga que se deixava levar apenas por palavras queridas saídas do rapaz, aquela rapariga que se entregava quando gostava mesmo de alguém, e agora essa rapariga fez pufff ... se me perguntarem o porquê de o ter feito agora eu digo, e sei responder claramente (...) aconteceu agora, porque estava farta de ser sempre eu a arriscar tudo, estava farta de ser sempre eu a única a dar amor numa relação, farta de ser sempre eu a única que gostava a sério, falta de sair com o coração despedaçado, farta, apenas farta disso! agora? agora sou completamente diferente, embora querida às vezes consigo ser mais fria, e sei que assim quem gostar de mim realmente vai mostrar isso e quem me aceitar assim que conseguirá ter o meu amor, porque se lutar a sério por mim aí eu vou perceber que realmente gosta de mim e que não tenho sempre de ser eu a mostrar isso!


sábado, 23 de março de 2013

quem nunca sonhou? quem nunca imaginou?
toda a população já o fez, nem que seja um mero pensamento, ou um mero sonho.
em crianças sonhamos ser adultos, ou ter certa profissão, e isso com o passar dos anos concretiza-se, pelo menos a parte de ser adulto, já em relação à profissão de sonho, essa pode ser apenas isso, um sonho, pois hoje em dia, para realizar este ou aquele sonho é preciso lutar, e lutar ainda mais, para conseguirmos concretizar esses sonhos, para aí deixarem de ser isso mesmo e passarem a ser realidade. mas eu não posso falar muito deste assunto, porque adulta não sou e muito menos sei falar de empregos de sonho, porque acho que nunca tive nenhum.
os meus sonhos agora são outros. talvez não sejam bem sonhos, mas sim expectativas porque sei que um dia iram acontecer, sendo exactamente como idealizava ou não, mas quanto a isso não me poderei queixar, porque nem tudo pode ser perfeito.
mas quem é que não idealiza ter um rapaz do seu lado, mas não um rapaz qualquer, um que seja querido, que me proteja do mundo cruel que há, que me acarinhe, que me dê amor, que não me magoe, que seja aquilo que falta em mim, aquele que me complete, que seja a minha "alma gémea". não sei bem se "ele" existe, mas talvez, nada me leva a não poder acreditar.
são tantas as vezes que eu imagino como seria...como seria ter neste momento o tal "ele" comigo, junto a mim, a passarmos dias a fim juntos, a termos tardes deitados na cama a ver um simples filme romântico e a comermos pipocas, ou até mesmo a darmos um passeio junto de uma praia no inverno, porque mesmo estando frio e a chover eu iria sentir-me tão bem, pelo simples facto de estar com "ele".
o meu "ele" é sem dúvida perfeito e trata-me como uma princesa, só tenho pena é de ainda não o conhecer na minha realidade, mas acredito que um dia "ele" deixará de ser apenas a minha imaginação a falar mais alto...

um dia talvez te encontre...



segunda-feira, 4 de março de 2013

rimas sem sentido, mas com significado

numa aula comecei a escrever e quem está ao meu lado quis responder, de igual forma. e saiu isto:


Estou farta desta vida
Estou farta de sofrer
Eu quero ir para longe
P'ra nunca mais te ver.

Tu dizes que eu sou gorda
Só p'ra me irritar
Mas esqueces-te que isso
Me começa a incomodar.


Tu és um caso perdido

E devias de te preservar
Tu és linda
E toda a gente o pode provar.

Tu falas à toa
Não sabes o que dizes
Ninguém acha isso
Mas obrigada por fazeres os meus olhos felizes.

Não sei o que se passa comigo
Mas feliz é como te quero ver
Por isso não te esqueças
Que mim e tu até morrer.

Pode parecer muito forte
Mas é o que desejo
Tens sido muito importante
Por isso i love you e um beijo.

Não sou lamechas
Mas tenho que admitir
Foste essencial
E gostava de não ter de ir.


(a negrito encontra-se a resposta da pessoa que estava comigo)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

sábado, 23 de fevereiro de 2013

estou fechada no quarto, já deitada na cama, com as luzes apagadas e só ouço o meu respirar, o único barulho do meu silêncio. as lágrimas escorrem-me pela cara, de certo que não sei a razão de elas caírem, mas ultimamente não encontro respostas a certas coisas que pairam na minha cabeça. não ando bem, ando a isolar-me e nem me sinto bem perante as pessoas da minha escola. não gosto de ir ao bar, porque estão lá demasiadas pessoas e eu tenho e sinto vergonha de mim, não gosto do que vejo em mim, não gosto e sinto-me mal, desconfortável. não falo com ninguém sobre isto e talvez as lágrimas sejam um sinal de quão cheia estou, por não me conseguir expressar com simples palavras às pessoas, e a única maneira de o fazer é escrevendo, expressando-me por palavras, que ao serem lidas talvez sejam compreendidas mais facilmente.