UMA SIMPLES IMAGEM PODE DIZER MUITO..
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
estou fechada no quarto, já deitada na cama, com as luzes apagadas e só ouço o meu respirar, o único barulho do meu silêncio. as lágrimas escorrem-me pela cara, de certo que não sei a razão de elas caírem, mas ultimamente não encontro respostas a certas coisas que pairam na minha cabeça. não ando bem, ando a isolar-me e nem me sinto bem perante as pessoas da minha escola. não gosto de ir ao bar, porque estão lá demasiadas pessoas e eu tenho e sinto vergonha de mim, não gosto do que vejo em mim, não gosto e sinto-me mal, desconfortável. não falo com ninguém sobre isto e talvez as lágrimas sejam um sinal de quão cheia estou, por não me conseguir expressar com simples palavras às pessoas, e a única maneira de o fazer é escrevendo, expressando-me por palavras, que ao serem lidas talvez sejam compreendidas mais facilmente.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
há sempre uma altura para algo...
há alturas em que me vou a baixo, que me sinto sozinha e que tenho medo de perder pessoas que estão ao meu lado e que sei que um dia as vou mesmo perder.
há alturas em que o meu coração parece desaparecer, ou então torna-se demasiado pequeno porque me torno arrogante e embora perante os meus colegas eu me tente controlar e não lhes responder mal, quando chego a casa respondo mal para o meu irmão ou até mesmo para os meus pais que não tem culpa nenhuma do porquê de eu estar assim.
há alturas em que não sei o que vai na minha cabeça, em que parece que nada faz sentido, que nada do que faço está certo.
há alturas em que me sinto um ser humano completamente inútil nesta sociedade.
há alturas em que só me apetece isolar do mundo, afastar-me das pessoas.
há alturas em que não sei quem sou eu, não me conheço, porque aquela rapariga alegre e sempre eléctrica, que canta e dança pela manha e que passa o dia a rir-se de tudo e mais alguma coisa desaparece, essa rapariga deixa de existir e transforma-se.
há alturas em que o meu coração parece desaparecer, ou então torna-se demasiado pequeno porque me torno arrogante e embora perante os meus colegas eu me tente controlar e não lhes responder mal, quando chego a casa respondo mal para o meu irmão ou até mesmo para os meus pais que não tem culpa nenhuma do porquê de eu estar assim.
há alturas em que não sei o que vai na minha cabeça, em que parece que nada faz sentido, que nada do que faço está certo.
há alturas em que me sinto um ser humano completamente inútil nesta sociedade.
há alturas em que só me apetece isolar do mundo, afastar-me das pessoas.
há alturas em que não sei quem sou eu, não me conheço, porque aquela rapariga alegre e sempre eléctrica, que canta e dança pela manha e que passa o dia a rir-se de tudo e mais alguma coisa desaparece, essa rapariga deixa de existir e transforma-se.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
certas pessoas não me conhecem verdadeiramente.
eu sou insegura, não sou uma pessoa confiante, não me acho bonita, não me acho o ideal de rapariga e há dias em que me vou a baixo. há dias em que a minha auto-estima está entre o -10 e o 0 e embora eu não o mostre eu sinto-me mal comigo mesma, sinto-me um verdadeiro monstro no meio de tantas raparigas bonitas, sinto-me como o patinho feio e não acredito quando as pessoas dizem o contrário, para me tentarem animar. quando as pessoas por muito que seja a brincar me dizem que eu estou gorda ou algo do género eu sinto-me pior e fico a pensar durante muito tempo nisso. eu gostava de ser como aquelas pessoas que conseguem emagrecer, gostava mesmo, mas depois acho que se começar a emagrecer vou querer emagrecer mais e mais e depois tenho medo de chegar a um ponto em que fique doente e caso isso acontece-se seria como um pesadelo, porque depois teria pessoas a preocuparem-se comigo e eu não quero isso, não gosto disso, detesto ser "o centro das atenções".
talvez o melhor seja parar por aqui e nem escrever uma única palavra mais, porque depois podem ver isto pessoas muito próximas e que se poderão preocupar e não quero.
talvez o melhor seja parar por aqui e nem escrever uma única palavra mais, porque depois podem ver isto pessoas muito próximas e que se poderão preocupar e não quero.
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